Os Homens e o Banheiro – Guia para entender melhor – Parte 1

Um problema que atinge todos os lares do nosso Brasil, e quem sabe, até do nosso planeta Terra, a bagunça no banheiro. Existe toda uma mistificação sobre o homem e a bagunça que ele faz no banheiro.
Briga Homem X Mulher

Agora você vai ter que me ouvir!

Para começar, nada melhor do que falar de uma das maiores questões do banheiro, o maldito tapetinho, que mesmo sem perceber, não conseguimos deixá-lo no lugar. Já escrevi sobre esse assunto, e não preciso me aprofundar aqui.

Então, vou resumir numa simples resposta que já foi dada no artigo “Tapetinho do banheiro“:

Tapetinho arrumado é coisa de boiola (ponto final)

Outro problema sério (para as mulheres)

Por que não abaixamos a tampa do vaso?

Poderia responder isso apenas com: “eu já tive o trabalho de levantar na minha vez, cada um com seus problemas”.

Mas, vamos entrar mais a fundo nessa questão. Eu não sou do tipo que deixa a tampa levantada e vou explicar isso mais a seguir, mas vou deixar claro do porquê de a maioria não o fazer.

O fato é: Mijar e cagar é uma arte milenar de adquirir conhecimento, através do ato de se ler e/ou pensar. A cada cagada você ganha alguns milésimos de Q.I., tornando um pouco mais inteligente, esperto ou apenas sai de lá com uma idéia milionária na cabeça.

O que acontece é que, após passar o fax, fazer o trabalho sujo de limpar os dutos de ar, que segue uma ordem pré-determinada que foi traçada antes da vinda de cristo.

Nessa ordem: Cagar / Limpar / Olhar o papel pra ver se sujou de merda / descarga / lavar mãos.

São 5 ações, não havendo espaços para preenchimento, a não ser com uma informação muito útil, do porquê eu não deixo a tampa da privada aberta.

Quando você dá descarga, com a tampa da privada aberta, são expelidos no ar milhares, eu disse MILHARES de coliformes fecais no ar, e lá eles permanecem por até duas horas, contaminando tudo, inclusive você, suas roupas, sua pele, e a porra das escovas de dente, que é o porquê de eu fechar a maldita tampa da privada, eu fico imaginando, que apesar de não poder ver, minha escova de dentes fica toda cagada!

Mas e quando mijamos?

Tá, quando mijamos não é todo esse esquema citado acima, seria mais ou menos assim:

Lavar a mão (antes, é claro) / Preparar / Apontar / Mijar / Rodar o girocoptero / descarga / Lavar a mão

O que nos trás outro problema enfrentado em nossos lares, não identificou?

Preparar / Apontar / Mijar / Rodar o girocoptero/ descarga / Lavar a mão

É, as mulheres não nos entendem mesmo, uma coisa simples como essa, elas criam caso. Mas, é compreensível não é mesmo? Elas não tem uma pica igual a nossa, e por isso não conseguem entender a nossa tradição de girar o pinto após o mijo.

Primeiramente uma aula de história com conhecimento em:

Por que rodamos o pinto feito hélice após urinar?

Existia, até onde se lembra bem, nos Estados Unidos da América, um lugar chamado “Velho Oeste”, ou normalmente chamado “Faroeste”.

Faroeste Tombstone

Lugar bacana!

O lugar era o paraíso dos homens, toda mulher era puta, todo mundo andava armado, podia cuspir à vontade, coçar saco, ter bigode ridículo, ser viciado em jogos era uma profissão admirada, e não existia a Lei Seca.

Se vocês já assistiram os clássicos de “Faroeste”, como Tombstone, que é um ótimo filme inclusive, a principal profissão dos “cowboys”, como o próprio nome já diz, era cuidar de vacas, bois e etc. Sempre andavam com seus laços, pronto a usá-los caso algum animal fugisse.

E foi daí, que não era só nos EUA que existiam os Cowboys, essa é uma herança de todos os homens, e é por esse motivo que rodamos nosso pinto após dar aquela mijada, manter a memória de nossos tatatatatatatatataravós viva.

Convenceu?

– Sim? Então pula para o próximo tópico.

– Não? Continuemos então;

Rodar o pinto, é um ato para retirar os restos de mijo urina que ainda estão na nossa ultra magueira, para garantir, que apenas UMA GOTA vá para a cueca, não tem como evitar, menos que uma gota não é possível então fazemos o máximo possível para molhar o mínimo nossa querida cueca velha.

Continuação do Artigo – Homens e Banheiro parte II